quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Bakemonogatari e mais de 30k em visitas

Antes de mais nada, quero agradecer a todos que visitam este humilde blog, que começou simplesmente por insistência de alguns e era para ser um ponto onde eu deria minhas opiniões pessoais de coisas variadas. Não esperava que teria tantas pessoas visitando o blog, muitas com assiduidade inclusive, o que me deixa mais alegre ainda. Obrigado a todos mesmo. Com você visitando sempre o blog passou da marca de 30 mil visitas!!! Por isso convoco as personagens do anime que ei de comentar hoje, Bakemonogatari, para dar os agradecimentos!

Agora vamos ao anime... Eu já sabia quase tudo do anime, que era um anime sobre um rapaz a princípio normal mas com grande resistência e cura além do normal que encontra garota que cai de uma torre que dava para o terraço da escola e quando ele a segura percebe que ela não tem peso. Depois disso ele acaba encontrar outras personagens com algum segredo místico envolvido. Assim é a sinopse do anime basicamente da light novel que foi adaptada para anime.

Claro que não sabia só isso, mas não estou afim de dar spoiler a quem não viu ainda, então me contenho a uma sinopse bem superficial para deixar o gostinho de surpresa a quem ainda não sabe muito sobre a série. Mas mesmo eu sabendo de detalhes do anime, coisa que me deixaria com a ideia de que nada me surpreenderia na série, acabei me surpreendendo por algo que todos diziam ser bom mas não lavava fé: os diálogos. Mesmo sabendo tudo, a forma como é descrita e os diálogos em meio ao anime dão uma surpresa muito agradável. E não são monótonos, são bem feitos os diálogos.

Eu já estava interessado a baixar desde que saiu, mas como os fansubbers estavam na época meio enrolados para lançar e eu mesmo estava vendo outros animes, acabei deixando acumular para ver depois. Aí tive problemas para conseguir os episódios. Foi então que, motivado pelo anime que irá sair dia 25 próximo, Katanagatari e é do mesmo autor da novel que se baseia Bakemonogatari, e pela música de encerramento que veio no single da música que tinha o encerramento de Cencoroll, decidi baixar o anime em MP4 mesmo. Não me arrependi nem um pouco. Em 4 dias, de quinta a domingo, assisti os 13 episódios lançados, sendo que o 13 foi no domingo. Vale lembrar que foram exibidos na TV apenas 12 e os 3 útlimos serão apenas pela web, totalizando assim 15 episódios.

Me empolguei muito e fui assistindo arco por arco, pois tem arcos que se focam nas personagens temas dele, envolvendo o Araragi Koyomi, protagonista da série, com vários problemas para resolver (na verdade ele que cisma de ajudar os outros e acaba entrando em vários problemas). A primeira que ele ajuda é a tal garota sem peso algum que se chama Senjouhara Hitagi. E esta é a minha paixão no anime! Ela não esconde e até se define sendo uma tsundere, algo que já pesa para alguém que adora esse tipo de personagem como eu. Fora que ela é inteligente e tem um humor bem diferente do padrão dos animes que aparecem por aí. Simplesmente me conquistou esta personagem e o ápice foi o final do epsiódio 12.

Além dela, aparecem outras personagens, cada uma com sua característica e de certo modo, seu charme. Gosto da melhor amiga do Araragi, a Hanakawa Tsubasa. Uma nerd peituda que também foge do padrão desse tipo de personagem, sendo bem esperta e perspicaz. Aparece mais personagens que gosto, mas as que mais gostei foram as citadas. Ah sim, a animação é bem interessante. O mesmo estúdio Shaft que animou também Sayonara Zetsubou Sensei e Negima!?, ou seja, um estúdio que foge do padrão convencional. Tanto que a primeira sensação quando assiste o anime é estranheza para quem não está acostumado, mas depois logo acaba se acostumando e fica agradável.

Enfim, um anime altamente recomendável e que se quer algo com diálogos legais, personagens carismáticos e animação ótima, este é um bom anime. Além do já citado fato de as histórias serem divididas em arcos curtos. Dá para ver a uma média de 3 episódios seguidos e depois ver o resto quando quiser. Bom para quem não tem muito tempo para ver animes. E eu baixei o anime do fansubber Otakus Fans, um fansubber iniciante que tem potencial. Durante o anime percebi um ou outro erro mas nada que comprometa o entendimento do mesmo. A qualidade está muito boa e quem quiser baixar mesmo em MP4 como fiz, clique aqui e seja feliz! E se tiver internet rápida, altamente recomendado o ADrive.

Pensamento do dia: Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você. Friedrich Nietzsche

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Ragnaerist - A Era da Divisão

Como devem ter percebido, estou sem postar aqui devido a falta de tempo. Ia postar no domingo mas infelizmente encarei outra falta de energia elétrica e depois, como não queria fazer mais uma postagem de reclamação, preferi não postar mesmo, para postar um assunto mais descontraído. Assim, vou dar prosseguimento ao cenário que estou desenvolvendo para um uso futuro, Ragnaerist, contando agora um pouco mais de cada nação criada após a queda de Cynedom. São ideias superficiais de propósito pois irei me aprofundar em cada uma em outro momento na descrição do cenário, já que esta parte é apenas histórica. Espero que gostem de conhecer o Império e a Federação.

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Durante o final de Cynedom, o governo e o povo estavam divididos entre aqueles que apoiavam mais as ideias de liberdade, menor controle e tendiam ao caos, seguindo os Eotens e aqueles que apoiavam um governo mais controlador em prol da segurança e estabilidade, com mais leis e ordem, seguindo os Sundors.

A crise chegou a um patamar que não havia como haver união entre povos com ideologias socio-políticas tão diferentes. A solução encontrada foi a sugerida por Qasim Lorelei, um Alfar de ideologia bem rígida sobre governar. Achava que Cynedom não estava mais dentro das espectativas de seu povo e declarava que os que desejassem mais ordem no Mundo deveriam separar-se e fundar um novo governo, um Império de leis rígidas. Muitos Alfar e Dvegar logo gostaram da ideia que se espalhou rapidamente. Muitos Middrar também simpatizavam com esta ideia de um governo mais rígido que impedisse crimes e os punisse com mão pesada. Embora poucos comparados com os anteriores, haviam Dokkar e Jotnar que concordavam com tais ideias, já que a divisão era ideológica e a ligação racial não era tão forte quanto antes. Por outro lado haviam ideias espalhadas por Astridr Chernosiwa, uma Dokkar, defendiam que Cynedom estava cada vez mais autoritário e tendendo para o lado dos Sundors e seus ideais. A solução apontada por ela era de fundar uma Federação onde os povos poderiam se dividir em pequenos Estados e assim ter suas culturas locais sem se preocupar em uma homogenização coletiva a nível de nação. Abraçaram estas ideias muitos Dokkar e Jotnar, sendo bem aceito também por uma boa parte dos Middrar, assim como alguns Alfar e Dvegar que não precisavam abrir mão da sua liberdade em nome de uma segurança maior.

Com os acontecimentos surgindo, a morte de Pietro Di Francis, descendente do segundo rei de Cynedom, escolhido por alguns esperançosos acreditarem que ele poderia manter Cynedom unida, o reino entrou em outro impasse de escolha de rei, mas desta vez com acalorada discussão de reformas das obrigações e direitos dos cidadãos de Cynedom. A sala de reuniões viveu momentos de discussões que cuminaram com uma briga generalizada entre os eleitos pelos comuns. Este evento desencadeou uma guerra interna que resultou na divisão e no fim de Cynedom.

Ao final da guerra, aqueles que defendiam a criação do Império, praticamente metade dos cidadãos de Cynedom, foram para as terras do leste. Lá fundaram o Império Lorelei, em homangem ao seu idealizador, mas ficando mais conhecido apenas por Império, passando a adorar oficialmente os Sundors.

Já os defensores da fundação da Federação se deslocaram para as terras do oeste, lar dos que adoravam os Eotens. Lá passaram a outra metade dos habitantes de Cynedom. A Federação Chernosiwa recebeu este nome também em homangem a sua idealizadora, mas de modo similar ao Império, era conhecida mais como simplesmente Federação.

Novamente o Mundo estava dividido entre os que seguiam os Sundors e os que seguiam os Eotens. Estes deuses, tendo tal situação, passaram novamente a estar claramente presente na vida dos mortais, compartilhando e até mesmo interferindo em suas vidas finitas...

O Império

O Império Lorelei ou simplesmente Império estava localizado no leste. Terras altas ao sul, com uma extensão das planícies centrais ao centro tornando-se um planalto com densas florestas conforme evoluia para o norte. Assim era a região com alguns rios que vinham das montanhas, banhando a região mais ao norte, alimentando a vegetação. Originalmente estas regiões foram os berços dos Alfar e Dvegar, agora a maioria destes estavam de volta, com novos companheiros. A capital do Império, batizada de Lorelei, foi criada no centro da planice que ficava entre a região montanhosa e a área de floresta. Nesta cidade foi erguido um imenso castelo, onde o Imperador governava o seu império com mão de ferro.

A palavra do imperador era suprema, mas ele não governava sozinho na prática. Ele contava com um Conselho de Nobres para auxiliar nas legislação do império. Este mesmo conselho servia de guia de parâmetros de gestões administrativas, pois representavam os líderes de cada tribo legítima antes mesmo da fundadação de Cynedom. Cada líder recebera o título de conde e conforme o tamanho de seu condado sua influência era maior. Como os Dokkar e Jotnar eram minoria no Império, suas vozes eram menos ouvidas, tendo apenas 2 representantes legítimos para cada raça no conselho de 25 nobres. Cada condado tinha sua própria milícia treinada para segurança e aplicação das leis, agindo como polícia. Entretanto, em caso de necessidade estes da milícia deveriam servir ao Império auxiliando as forças imperiais, um exército de elite que era treinado para eventuais guerras entre o Império e a Federação.

Muitos templos aos Sundors foram erguidos, com o maior deles localizado em Lorelei e destinado ao Sundor mais poderoso e considerado líder de todos, Odin. O templo ficava no setor oeste da cidade, enquanto o castelo do imperador localizava-se no setor leste. Pelo poder de Odin, muitos consideravam que o seu templo deveria ficar diante de uma possível ameaça da Federação, que com certeza viria do oeste. Assim Odin estaria protegendo e bloqueando o acesso de inimigos ao trono do imperador.

Além de Odin, outros Sundors eram bem influentes, com vários templo de tamanhos medianos e pequenos espalhados pelo Império. Os mais notórios depois de Odin eram Vishnu, Moradin, Khalmyr e Athena. Haviam inúmeros outros Sundors, alguns que eram quase como deuses de uma família ou de um grupo particular, com poucos adoradores. Mas o fato era que os deuses estavam mais presentes que antes, com inclusive algumas aparições diante de seus adoradores. Todo o início de ano Odin se fazia presente em seu templo para dar a benção sobre o imperador pessoalmente. Os Sundors já faziam parte da vida dos cidadãos imperiais...

A Federação

A Federação Chernosiwa ou simplesmente Federação, estava localizada na região oeste do Mundo. Ao norte havia uma grande região insular, com várias ilhas e alguns lagos localizados na parte norte da extensão da planice central para o oeste. Uma vegetação variada era encontrada nesta área norte, com uma vegetação típica de padraria indo para o sul pela planície, tornando-se savana e logo encontrando o temido deserto que seguia pelo sul até encontrar a região de vulcões, incluindo vulcões marinhos que chegavam a formar um ilha devido a seus tamanhos.

Esta região fora outrora berço dos Dokkar e Jotnar, respectivamente ao norte e ao sul, agora haviam Middrar e alguns Alfar e Dvegar com eles. Afim de comportar todos, a capital chamada de Chernosil, ficava localizada sobre a extensão da planície central. Nela era localizada o Parlamento, de onde era eleito o Primeiro Ministro, que representaria a Federação. Ele era eleito por cada representante de cada estado que compunha a Federação, chamados de governadores, que eram eleitos pelo povo. Independentemente de tamanho de seu estado, cada governador possuia o mesmo valor de voto e de voz dentro do Parlamento. A menor presença de Alfar e Dvegar no parlamento dava-se apenas por questão estatística, já que eram minoria perante as outras raças na Federação. Com 55 estados, a Federação geria administrava tudo mediante reuniões no Parlamento e cada estado possuia certa autonomia perante a Federação, tendo alguns compromissos básicos de sustentabilidade da nação.

Cada estado possuia uma guarda para atuar como polícia e aplicar as leis vigentes no estado e esta não era obrigada a fornecer pessoal para o exército federativo. Em caso de guerra, eram aceitos voluntários, mas que trabalhariam apenas como suporte. O exército possuia um bom contigente, boa parte devido ao salário atraente, mas havia uma seleção rigorosa para ingressar no serviço militar, selecionando apenas os melhores para uma eventual guerra contra o Império.

Os Eotens eram bem presentes na vida dos cidadãos da Federação, com vários templos espalhados pelos estados, com o maior templo localizado nem Chernosil, este dedicado ao senhor dos Eotens, Lokki. Além de Lokki, Shiva, Ares e Dhaos eram bastante celebrados pela capital e pelos demais estados. Assim como os Sundors, ainda haviam inúmeros Eotens, com alguns adorados por grupos específicos em particular, sendo bem desconhecidos da maioria. E de igual modo a seus co-irmãos, os Eotens também estavam presentes entre os mortais. Lokki no meio do ano aparecia perante o Primeiro Ministro para abençoá-lo e abençoar os integrantes do Parlamento. De igual modo os demais Eotens chegavam a conviver com os federados e chegavam a influenciar suas vidas de maneira clara. Assim os deuses fortaleciam suas influências sobre os mortais...

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Espero que tenham gostado desta rápida explicação de cada nação. Na próxima postagem será contada a parte final do que é chamado de história do cenário, com a Era do Ragnarök. Nela que contará como desencadeou a guerra entre os deuses e como ocorreu o sumiço deles. A aventura o cenário será poucos anos após o Ragnarök e isso que será o grande gancho para aventuras.

Pensamento do dia: As opiniões reproduzem-se por divisão, os pensamentos, por germinação. Karl Kraus