segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Como você tem andado?

Olá pessoal, como está sendo o feriadão? Aproveitaram bem o Halloween de ontem? Enfim, já temos uma nova e primeira presidente no Brasil. Mas no fundo o título não é para saber como cada um está, mas sim literalmente como têm andado mesmo. Ou seja, a saúde de seus pés.

Ontem fui andando bem longe daqui de casa com chinelos novos e sinceramente, esses trequinhos que prometem massagear os pés e até funcionam bem para andar em casa, são uma praga para quem precisa andar mesmo. Levei meia hora para ir e meia para voltar da zona eleitoral e o resultado é um pé com feridas e bolhas até agora em tão pouco tempo de caminhada na rua... Deveria ter ido de tênis mesmo.

Mas notem que assim como eu, poucos se preocupam com os pés até que eles dão problemas. Interessante que é uma parte do corpo de vital importância por sustentar nosso peso e permitir nossa locomoção. Tanto que quem não pode usá-los sabe da falta que eles fazem, especialmente para um mundo que não se preocupa tanto com quem possui necessidades especiais de locomoção. Um bom exemplo da falta de importância que o pé recebe está na imagem abaixo.

Notem que ao olhar na imagem acima, a primeira coisa que vocês olham com toda a certeza não é o pé da garota. Podem olhar para a bunda, os peitos, as pernas (que é até perto) ou mesmo o usrinho sortudo ali embaixo, mas de fato, a primeira coisa não é o pé, que está justamente em primeiro plano para chamar atenção. Isso representa o valor que a maioria da população dá aos pés.

Os pés tem grande importância que segundo quem aplica massagem nos pés, eles tem pontos que influenciam em todo o corpo, a chamada reflexologia. Não sei de fato até onde isso é cientificamente comprovado, mas muitas pessoas que usam essas massagens se sentem melhores. Ainda há a massagem que é feita com os pés também e suas variantes destinadas ao erotismo.

E falando em erotismo, tem os que possuem fetiche por pés, conhecido como podolatria. É interessante que embora seja algo meio que mundial, eu pessoalmente vejo muito mais imagens relacionadas a este fetiche em animes e mangás que em outras obras. E olha que já li muito livro e HQ adulto, mas a maioria quando trata de fetiche se prende ao sadomasoquismo mesmo. Isso meio que me dá a impressão de que podolatria é algo de oriental, especialmente se lembrar pela fixação que existia na China pelos pés perfeitos a ponto de deformar os pés das mulheres. No Japão existia algo similar mas não chegava a ser tão exagerado quando na China, que deformava e gerava vários problemas de saúde em virtude a agressão sofrida com o tempo.

Existem médicos dedicados a cuidar dos pés na área chamada podologia, que é até recente no país de certo modo e talvez explique porque ainda é meio desconhecido da população em geral. Esses são os melhores indicados para tratar de problemas nos pés, especialmente certas doenças e unhas encravadas, coisa que é boba até se ter ela e ver o problema que dá como não poder usar um ou outro calçado, ou mesmo não aguentar ficar muito tempo em pé. Além disso, quem tem diabetes precisa ter um cuidado redrobado com os pés, pois a doença costuma comprometer os membros inferiores do corpo, a começar pelos pés. Minha avó já falecida sofreu ameaça de ter os pés amputados em decorrência disso.

Então, resumindo, cuidem de seus pés, pois são importantes para vocês, não precisando ser lutadores de kung fu ou qualquer outra arte marcial que use os pés para dar o devido valor a estes membros do corpo. Hoje em dia, especialmente as mulheres, em nome da beleza usam calçados que agridem os pés, as vezes até criando os joanetes e até resultando em dores de coluna. Se a reflexologia for real, ainda acarreta uma série de outros problemas com isso. Então melhor conforto para seus pés do que uns momentos de beleza. E também não agirem como eu e escolherem bem o calçado para a atividade que vai desenvolver. Nada de chinelo com massageadores na sola se forem andar muito na rua...

Pensamento do dia: O esperado nos mantém fortes, firmes e em pé. O inesperado nos torna frágeis e propõe recomeços. Machado de Assis

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Novo Layout - Tsubaki Yayoi

Como havia comentado ontem sobre uma mudança visual, a noite mesmo apliquei um novo layout que testei em um blog de teste que possuo. O tema deste novo layout é a personagem Tsubaki Yayoi do jogo BlazBlue.

Tsubaki é uma personagem jogável na segunda versão de BlazBlue, na verdade continuação, Continuum Shift. Ela é uma personagem que controla uma arma da família Yayoi que consiste em uma adaga e um livro, denominada Izayoi. Eles podem mudar de forma durante o combate e é assim que consiste os golpes dela.

Gosto muito de jogar com ela pelos golpes simples, que de certo modo valorizam mais os combos, fora que o estilo dela me agrada e a dubladora (versão japonesa, pois não joguei a versão americana) é boa. A Asami Imai, que canta a música de encerramento de Nyan Koi! e já trabalhou em alguns animes, como Chelsea Arcot de Shukufuku no Campanella e Yuzuki Kiryu de Kiss×sis, faz um bom trabalho de dublagem para a personagem, possível de ver durante as cenas que contam parte da história da personagem.

Tsubaki inicia os combates com uma máscara e uma capa devido ao fato de sua arma usar a luz como base do poder. Ela se formou na Academia Militar, sendo colega e amiga de Noel e Makoto, além de ter relações com outros personagens, como ela ser fã do Hakumen.

Pelo que li, os desenvolvedores disseram que ela foi “planejada” de modo a oferecer uma jogabilidade simplificada e eficiente para os novatos do gênero. Acho que por isso que sinto ela valorizar mais os combos e golpes simples. Como BlazBlue é uma espécie de primo e herdeiro de Guilty Gear, quem deseja um bom jogo de luta não pode deixar de conferir. É bom especialmente para quem está cansado dos jogos padrões CAPCOM e SNK de ser.

Espero que gostem do novo layout, onde tentei colocar as bases da personagem nele, inclusive as cores usadas. Comentem sobre as impressões que tiveram, para eu ter um bom feedback.

Pensamento do dia: Qualquer que seja a aparência da novidade, eu não mudo facilmente, com medo de perder com a troca. Michel de Montaigne