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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Katawa Shoujo

Esta é uma visual novel interessante e diferente chamado Katawa Shoujo. O projeto parece que é de 2007, surgiu em um comentário de um artista e rendeu no projeto. A história do jogo é de um rapaz japonês chamado Hisao Nakai, um estudante normal que tinha uma vida normal até sofrer um ataque cardíaco e descobre ter aritmia. Com esta descoberta do problema grave no seu coração e a necessidade de acompanhamento médico constante, ele é transferido para um colégio fictício chamado Yamaku High School, dedicado a alunos com deficiências. Lá ele encontra uma garota surda, uma cega, uma sem braços, um cara quase cego e assim vai.

Ontem, dia 4, saiu finalmente a versão oficial e esta conta com imagens hentais, que existem para quem curte, mas com a opção de desabilitá-las, já que o foco é mais a história mesmo. O jogo pode ser baixado gratuitamente via download no site oficial, tendo 420 Mb no total, disponível para Windows, Linux x86 e Mac OS X.

Eu cheguei a jogar o beta disponível no passado, mas não passei do primeiro ato, mas gostei muito dos personagens e da história, bem cativante e diferente, especialmente por mostrar personagens com problemas e levando a vida normalmente. Daí não caem no clichê e no pieguas, que seria o padrão, fazendo o protagonista e até mesmo a gente pensar que nossos problemas não são tão grandes assim.

Para quem não sabe, uma visual novel é um jogo no estilo livro digital para quem não conhece onde você vai jogando escolhendo algumas opções e seguindo a história, claro, dando finais diferentes de acordo com as escolhas. Esta visual novel é relativamente simples, foi produzida diretamente em inglês, logo recomando para quem sempre teve curiosidade em jogar alguma vez uma mas nunca pode. É ótimo para iniciantes mesmo. O traço das personagens é bonito e o jogo em si só falha em alguns cenários de fundo, sendo muitos com fotos tendo efeito para parecer desenhados. Um amigo que está jogando e chegou no terceiro ato disse que basicamente as decisões no primeiro que determinam a rota a seguir e que no final de cada capítulo tem ceninha animada.

Bem, com tudo isso fica a dica de uma boa, acessível e diferente visual novel. Divirtam-se e até breve!

Pensamento do dia: No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade. Albert Einstein

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

TYPE-MOON

Uma postagem sobre uma companhia de jogos que eu sou fã desde sua primeira visual novel chamada Tsukihime mas que me apaixonei mesmo quando eles lançaram Fate/Stay Night. Desde então sou grande fã da companhia TYPE-MOON que vem a se confundir com os seus fundadores, o escritor Kinoko Nasu e o artista Takashi Takeuchi, onde muitos falam que um anime ou jogo é "obra de TYPE-MOON". Para mim já é o suficiente para despertar o mínimo de interesse pela obra.
Interessante que a primeira obra mesmo deles foi o romance (novel) Kara no Kyoukai em 1998, que só recentemente ganhou a série de filmes. Mas eles ganharam destaque ao produzir o jogo estilo visual novel, onde o jogador vai interagindo nos rumos da história mas não é como um jogo de aventura, quase um livro interativo na verdade. Esse jogo era para o público adulto, um h-game, e ganhou detaque não necessáriamente pelas cenas hentais, mas sim pela sua história, bem atraente. O jogo era Tsukihime. Vampiros, poderes variados, seres sobrenaturais, magos e exorcistas poderosos. Tudo isso misturado em com cenas de sexo como um bônus, claroq ue faria sucesso. Depois de um tempo Tsukihime ganhou expansão para o jogo de luta chamado Melty Blood. Por fim veio a adaptação para anime, fazendo um grande sucesso, embora fosse com um ritmo um tanto lento, tinha ótimo enredo e Arcueid era uma ótima personagem e é até hoje lembrada.

Após Tsukihime veio o jogo que alicerçou definitivamente a qualidade de produção da produtora: Fate/Stay Night. Fate tem um mundo extremamente fértil, onde já vi várias pessoas fazendo rpgs e imaginando situações dentro do universo rico que TYPE-MOON criou. A simples ideia de ter magos poderosos aliados a servos que seriam personalidades lendárias lutando pelo acesso ao Santo Graal já seduzia. Mas além da ideia básica, haviam personagens MUITO carismáticos. Todos sabemos que por mais que uma obra seja bem feita, se não houver personagens carismáticos seu sucesso nunca será alcançado. Fate esbanjava e ainda esbanja personagens carismáticos. Isso serviu como base para TYPE-MOON ter seu sucesso como uma grande companhia, já posteriormente foi adaptado par anime, que mesmo com críticas a não aproveitar tão bem certos personagens e escolher a primeira rota como base, o anime fez grande sucesso. Havia uma ótima trilha sonora, bons dubladores e um certo segredo até metade do anime, que era a identidade da Saber. Lembro que quando acompanhava semanalmente o anime, nas listas de discussão e fóruns usavam até a base da armadura dela para saber qual personagem histórica ela seria.

Após Fate fiquei no aguardo por novos animes e foi quando me surpreenderam com a novel que até cheguei a me interessar mas a preguiça de ler tradução em inglês falava maior que o interesse. Kara no Kyoukai, uma novel que foi a primeira obra de TYPE-MOON na verdade, estaria sendo produzida em uma série de 7 filmes. Eu inicialmente apenas me interessei de curioso, pois mesmo gostando de Tsukihime, não era grande fã como sou de Fate. Sabia que o mundo de Kara no Kyoukai seria no mesmo mundo de Tsukihime. Mas depois que vi o primeiro filme, simplesmente me apaixonei pela série, especialmente pela protagonista Shiki. Ela não é nada MOE, mas é uma personagem cativante e atraente, sem deixar de ser perigosa, que de certo modo deixa-a com mais charme ainda. Além da ótima trilha sonora, com Kalafina responsável pelas maravilhosas músicas, a animação estava formidável e havia aquilo que sempre criticaram faltar nos animes de TYPE-MOON: ação. Mesmo não sendo ação do início ao fim, as cenas de ação são de tirar o fôlego de muita gente. Interessante que há personagens com ligações claras com Tsukihime, como Aozaki Touko que é irmã de Aozaki Aoko, mas também há uns que me parecem vindos de Fate. Tudo bem que há similaridade entre os personagens pelo traço mesmo, como Azaka criança ser a cara da Rin criança.
TYPE-MOON chegou a produzir um jogo para Wii chamado 428: Fūsasareta Shibuya de. Seria inovador para a companhia por ser um jogo com cenas de seres humanos mesmo, fotografados e colocados no jogo. Haviam rotas distintas com cada personagem que deveria ser fechado um problema de um atentado terrorista. Isso rendeu o anime que atualmente estou acompanhando e adorando: Canaan. Aqui TYPE-MOON exorcisou definitivamente a fama de ter apenas animes parados, pois desde a abertura tem ação. Mesmo os episódios mais "bobos" que sempre tem após um arco ou mini-arco, há cena de ação e de determinada importância para o enredo, assim não tendo episódio desnecessário. Como já atingi a metade do anime creio que não haverá nenhum episódio desnecessário e estou bem animado mesmo para saber o desfecho do anime.

E atualmente estou na espectativa do novo filme de Fate já anunciado. Será de Fate/Stay Night mesmo, mas na rota Unlimited Blade Works, que é a rota em que o Archer é o herói basicamente. Espero que depois dessa façam outro filme com a rota Heaven's Feel também. Mas o que mais anseio, mas tenho noção de que deve demorar, é pela adaptação de Fate/Zero. Ver a Irisviel animada seria demais *-*~

Sorte do dia by orkut: A imaginação é mais importante do que o conhecimento

domingo, 2 de agosto de 2009

O tamanho dos seios é documento?

Bem, não sou muito de falar de artista mas estava a ver imagens do artista Sano Toshihide, que não tem mais suas páginas oficiais online no momento mas que trabalha muito, acho que exclusivamente até, para a empresa de jogos eletrônicos adultos japoneses G.J? (essa interrogação faz parte do nome da empresa). É com obras dele que irei ilustrar a postagem de hoje.

Mas aí, enquanto estava a ver as imagens notei que ele basicamente tem uma fixação por personagens peitudas, umas BEM peitudas, chegando a ser quase impossível existir, onde só me convence quando lembro da mulher mais peituda do mundo e vejo que os exageros não são tão fantasiosos assim. Daí acabei me perguntando se o tamanho dos seios realmente conta para o atrativo do sexo masculino (algumas do sexo feminino também) ou é apenas uma fantasia ou mesmo projeção da figura materna?

Lembrei em uma antológica discussão entre o que era melhor, bunda ou peito, que tive com uns amigos que era cheia de piada, mas no final a gente sabe qual é a origem desse atrativo nas mulheres. No fundo ainda seguimos nosso instinto de procriação desde a época que não éramos ainda racionais, agindo como macacos mesmo.

Seios grandes representam simplesmente que a mulher terá mais condições de amamentar melhor os filhos. Simples lógica de quanto mais espaço maior a capacidade de leite. Do mesmo modo que bunda, sendo reflexo dos quadris e tal, significaria maiores chances de ser mais feliz durante o parto natural, coisa que quando éramos como macacos era primordial para a manutanção da raça. Beleza, isso que me lembro da discussão e de algumas conversas com amigos e colhetagem pessoal pela internet. Não estou podendo procurar agora as fontes para mostrar, mas creio que seja fácil dar uma "googleada" por aí e achar base real ou mesmo me corrigir se tiver falado algo errado.

Baseado nisso podemos ter aqueles que não ligam para seios grandes e para aqueles que os desejam. Não que vá ser decisivo para definir a escolha da parceira, mas é algo que atrai. Eu pessoalmente não sou grande fã de seios muito grandes, até porque não são em todas as mulheres que acho que caia bem, mas algumas que conheço ficam legal. Sou mais de seios medianos para pequenos mesmo, me fixando mais em coxas e nádegas mesmo.

Mas é interessante que o número de casos de mulheres que colocam silicone para se sentirem mais atrantes para si ou para outros ou simplesmente melhores consigo mesmo. Pode ser puro reflexo do que os outros acham dela, mas pode ser o que acho que é mais comum: elas se olharem no espelho e se acharem atraentes, porque as mulheres não são como os homens, que na sua maioria não admitem quando vem um outro homem bonito. Elas chegam a elogiar, mesmo que seja com uma pontinha de inveja, mas elogiam quando vem uma mulher bela e atraente. Acho que isso se reflete em si mesma e acaba influenciando na auto-estima.

No final, acho que depende mesmo da auto-estima pessoal, de se sentir bem como está, pois, assim como eu, existem outros homens que não se importam com o tamanho dos seios, procurando outros atributos que possam atrair em uma primeira visão. E é bom ter cuidado com seios exageradamente grandes, pois além de poder ficar feio e assustar alguns, pode vir a dar problemas de coluna algumas que colocam silicone, porque já tive uma colega que precisou reduzir o tamanho dos seios por ter problemas de coluna.

E para finalizar a postagem, Sano Toshihide não vive só de mulheres peitudas e ele tem um atrativo bem maior, que é o lindo traço. Até porque conheci ele ainda no site GAGraphic. Mas como homenagem ao artista e a quem gosta de personagens peitudas, aqui coloco um relógio bem legal do jogo Hime to Boin. Olhem ao lado e confiram com o relógio faz "boing boing" hahahaha...

E o artista não fica só em arte de h-games, como a mulher com a guitarra lá acima. E ele também desenha muitas imagens da Yuki de Suzumiya Haruhi. Vejam quem já deve ter esbarrado por aí na internet se reconhecem o traço desta Yuki com a Miku XD

Sorte do dia by orkut: Nunca desestimule alguém que evolui, não importa quão lenta seja a evolução