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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Summer Wars

Sabe quando você ouve falarem muito bem de um filme, que recebeu prêmios e tudo mais pela qualidade apresentada e além disso, pelas imagens e trailers, demonstra ser do tipo que você gosta mas não está afim de ver com legenda em inglês e decide esperar? Então, foi assim comigo com Summer Wars, um filme de animação, anime de longa metragem, que vi na última semana e que eu adorei.

Summer Wars é um longa metragem produzido pelo estúdio Mad House (mesmo de Paprika, Hellsing Ultimate, Nana, entre outros), dirigido por Mamoru Hosoda (diretor de Digimon, incluindo série e filmes, One Piece: Baron Omatsuri and the Secret Island e Toki o Kakeru Shoujo) e escrito por Satoko Okudera (mesmo escritor de Toki o Kakeru Shoujo). O anime conta a história de um jovem nerd que nunca havia sequer ficado com uma garota chamado Kenji e é convidado a um trabalho de 4 dias pela garota considerada a mais bonita da escola, Natsuki, sua senpai. Ele deveria acompanhá-la até o interior para a festa de aniversário da avó e matriarca da família da garota. Mal sabia ele que estaria sendo envolvido na família por meio de um rolo que Natsuki cria e por acaso ele recebe um email que é o estopim para sérios problemas no mundo virtual chamado OZ. O problema em OZ toma proporções enormes que afetam não só a vida virtual mundial, mas também a real!

Isso ocorre porque esse mundo OZ seria uma espécie do que a Second Life pretende ser um dia: um mundo virtual onde não só pessoas criam suas versões virtuais, mas também empresas e até governos. Nesse mundo, que possui um estilo mais "anime", lembrando Ragnarok por ser em cenário 3D mas com personagens mais 2D, justamente para que você possa acessar de computadores, notebooks, palms, videogames (incluindo portáteis) e celulares, tendo a possibilidade de resolver tudo que diz respeito ao mundo real virtualmente, como pagar contas de luz, de banco, fazer investimentos e fechar negócios empresariais. Por isso que o que ocorre no anime toma proporções enormes e se quiser dá até para parar e refletir nesse aspecto, embora o anime em si nem tenha tal pretensão, pelo menos é o que demonstra.

Mas antes de mais nada aviso que é um anime mais leve que fala mais de valores e de família, explorando essa diferença de virtual e real também. Assim como em Paprika, há situações onde mundo real se confunde com o virtual, confundindo as pessoas. Fora que também tem os momentos que o que é uma "perda de tempo" ou "brincadeira" para uns, é algo sério para outros e vice-versa.

Destaque para a demonstração do tradicional jogo de cartas japonês baseado em flores chamado Hanafuda. Interessante que depois que vi o anime passei a me interessar e definitivamente parece ser algo bem divertido para se passar tempo entre os japoneses, tão interessante quanto mahjong de quatro pessoas (o tipo paciência e o mais famoso é simples demais) mas mais simples no final das contas o estilo que jogam no anime, chamado de Koi Koi.

Além de uma boa animação, gostei da trilha sonora, inclusive baixei e ficou a ouvir vez ou outra. Os personagens, embora passem rapidamente sem poder se aprofundar muito, demonstram carisma. O tema, embora meio óbvio, é bom para ser pensado. E andas que digam, não, não tem nada a ver com Digimon, embora o traço lembre e falemos de mundo real e virtual. Portanto dissociem-se de que vão ver algo parecido com Digimon senão simplesmente não irão curtir, com sérios riscos de nem entender direito ele.

Baixei do fansubber brasileiro Otakus Fans, que disponibilizam o filme em mkv (alta qualidade), mp4 (média qualidade) ou ainda rmvb (baixa qualidade). Abaixo tem o trailer de 1:54 min para quem quiser ter uma ideia melhor de como é o anime.


Uma boa recomendação para quem quer ver um longa de animação japonesa que seja leve e divertido sem grande pretensões ou ficar pensando muito na história e no que queriam dizer. Quem busca ficar pensando demais durante o filme sugiro que vejam Kara no Kyoukai 5...

Pensamento do dia: A vida real do ser humano consiste em ser feliz, principalmente por estar sempre na esperança de sê-lo muito em breve. Edgar Allan Poe

domingo, 27 de dezembro de 2009

Cencoroll

Imaginem se você tivesse um monstro de estimação que pudesse se transformar naquilo que sua imaginação desejasse mas em compensação ele fosse comilão ao extremo e um tanto abusado? O que aconteceria se alguém descobrisse que você possuia tal monstro? E se alguma outra pessoa que não gostasse de ti também tivesse um monstro?

Enfim, as questão acima são basicamente o que motiva o filme de curta metragem que assisti essa semana, Cencoroll. O tal monstro em questão é a figurinha dócil ao lado. Já havia baixado o anime a um tempo mas nessa de ele ser um curta de 30 minutos eu sempre deixava para o "depois eu vejo" e depois esquecia dele. Mas esses dias andei desanimado com animes e parei de ver até aquele que estava acompanhando com empolgação, mesmo tendo os episódios baixados. Depois de mais de uma semana sem vontade de ver anime, lembrei que havia baixado este filme a um tempo e ele seria diferente do comum. Beleza, fui ver. E para surpresa minha, acabei gostando do anime.

Inicialmente, pela sinopse mesmo, achei que seria algo do tipo pokemon e similares mons por aí. Depois, vendo o anime, me lembrei de Furi Kuri (FLCL) por algumas cenas e estilo de animação. Mas são apenas lembranças, pois o filme mesmo tendo uma essência clichê, é bem original e me fez querer mais no final do anime.

A sinopse é de certo modo simples: Em Sapporo, região de Hokkaido, monstros vem aparecendo com certa frequência e garoto chamado Tetsu possui um deles que é comilão e meio amórfico, chamado por ele mesmo de Cenco. Cenco tem a habilidade de se transformar em outros objetos, indo desde uma simples bicicleta a um avião. Uma garota curiosa chamada Yuki acaba descobrindo sobre Cenco e nisso um outro garoto misterioso aparece com um outro monstro que lembra um polvo com o corpo em forma de disco, possuindo a habilidade de ficar invisível, que desafia Tetsu e seu monstro para uma batalha, onde quem vencer no caso terá o monstro do outro devorado.

Desta sinopse o filme se desenrola e agrada bem. O legal é que os monstros apresentados possuem habilidades diferentes e mantem contato com seu "mestre" de forma telepática. Interessante é ver que os monstros não são bem servos, podendo as vezes não obedecer bem o que o seu pretenso mestre manda. Outra que o poder da mente do mestre precisa para comandar deve ser bem claro e isso exige certo grau de energia do mesmo, deixando o humano exausto após ações complexas.

Como podem ver é um filme bem rico para apenas 30 minutos, mas que são bem desenvolvidos. O anime é baseado em um manga do mesmo nome, também do mesmo criador, Atsuya Uki. Aliás, Uki dirigiu, produziu, desenhou e animou o filme. Pelo que li foi o primeiro projeto do tipo, totalmente produzido por uma pessoa, que a Aniplex distribuiu. Inicialmente (2007) possuia um traço e animação mais complexo e ao que parece haveria uma equipe, mas por fim ficou apenas apenas Uki produzindo o anime, que recebeu uma simplificada mas que eu particularmente achei mais agradável.

Ao que parece o anime foi bem recebido e a crítica falou bem, assim como alguns fãs criados. Uma pena foi que não achei o manga traduzido nem em inglês. Queria ler a história original e quem saber ver alguns detalhes a mais. É um one-shot e não sei se não foi traduzido por falta de raw ou por licensa mesmo do manga no EUA.

O anime eu baixei do fansubber brasileiro Tea Party aqui. O fansubber embora iniciante tem demonstrado um belo trabalho e vontade principalmente da parte de seus componentes, algo que aprecio mesmo. A legenda ficou boa, assim como o encode. O tamanho do arquivo é de 120 Mb apenas, pequeno para os padrões de hoje em dia.

A música do anime é outro fator agradável, pois Supercell, que ficou conhecido pelo encerramento de Bakemonogatari, se encarrega da abertura, um tema tecno sem letra cantada, e do encerramento, uma música chamada Love & Roll, muito agradável mesmo, chegando a viciar (vejam só as vezes que já ouvi na minha lista do lastfm aí no menu lateral). Quem quiser a música em mp3 basta procurar no 4shared por "cencoroll" que irão achar fácil.

Fica aqui a dica de um anime curto e diferente, que renovou meu ânimo para assistir animes. Estava precisando de algo diferente mesmo para me agradar. Agradou tanto que estou usando o wallpaper que apareceu ontem no Animepaper (basta cadastro que o downloado dos wallpapers é free até 15 por dia). Notem que o título é Delicious e adorei o trocadilho na imagem, pois embora o Cenco esteja tentando engolir a Yuki, na verdade ele está doido é pelo pudim que ela tem em mãos, vício que ela criou oferecendo a ele.

Agora devo continuar a ver os que estava acompanhando, especialmente Kimi ni Todoke e Bantorra. E além de tudo que me falaram do anime, a música Kimi ni Shiranai Monogatari, de Bakemonogatari, me motivou a pegar o anime e assistir logo. Vou pedir a um amigo para me passar e assim vejo logo o anime que sei que deverei curtir muito.

Pensamento do dia: Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais. Bob Marley

domingo, 20 de dezembro de 2009

Avatar

Depois de mais de uma semana sem postar aqui, agora estarei mais presente, já que estou aproveitando o curto recesso de final de ano. E já comecei aproveitando ontem, quando fui ver o filme Avatar de James Cameron, que não deve ser confundido com o desenho de mesmo nome que passa na TV. Simplesmente não tem nada a ver e é bom deixar claro vendo inclusive este trailer aqui.

O filme é simplesmente maravilhoso. Um épico muito bem feito, onde não vemos somente efeitos especiais, que de tão bem feitos chegamos a esquecer que são seres criados em computação gráfica, mas também um ótimo enredo e com personagens cativantes. E ainda pude desfrutar da experiência de ver em 3D, simplesmente maravilhoso mesmo.

A história se passa em um outro planeta, chamado Pandora. Nele existem seres que o habitam e são conhecidos como Na'vi, humanóides com pele azul, orelhas e feiçoes felinas e rabo (chegam a lembrar o que seriam um Shifter de pele azul em D&D). Os humanos desejam onquistar Pandora para explorá-lo e há um certo clima nada amigável para ambos os lados. Através do trailer mesmo pode-se já perceber que o nome do filme vem de um projeto em que o protagonista Jake Sully tem a possibilidade de usar um Na'vi criado em laboratório pelos humanos para fazer um tipo de conexão virtual com o ser, que eles chamam de seu avatar. O nome não é nada mal, já que originalmente vem da ideia de uma divindade se materializar em meio aos mortais e em jogos online seria o personagem que representa o jogador.

Com músicas bonitas e bem empolgantes, além de um visual muito lindo, o filme é agradável e mal se percebe o tempo passar. Interessante que o mesmo em determinado momento mostra que o que nos é apresentado é somente um pequeno espaço de um mundo bem maior, com grandes possibilidades. Não é à toa que cheguei a pensar em várias possibilidades de jogar um RPG ambientado nesse mundo. E creio que Cameron e os demais envolvidos pensaram nisso mesmo tanto que criaram uma Pandorapedia, uma espécie de wiki para o mundo deles. É ainda BEM inicial, mas creio e espero que se expanda com o tempo. Seria um cenário bem rico de se interpretar. Mas já existe o jogo do filme disponível nas lojas, inclusive no Ponto Frio, para PS3, XBOX 360, Wii e PC. O jogo segue o estilo adventure com elementos de jogos de tiro em primeira pessoa, com possibilidade de jogar do lado dos humanos ou dos Na'vi e tendo suporte multiplayer. Está 99 reais pelo que percebi a versão para PC, ou seja, nem está caro assim. Só que pelos vídeos não achei algo que me atraia no momento.

Durante o filme identifiquei muitas referências a jogos online, especialmente as pessoas que confundem o "real" com o "virtual", e a coisas de nossa própria história mundial, como colonização das Américas e África, fora alfinetadas no que estamos fazendo atualmente. Ou seja, dá para se divertir e refletir um pouco no filme, não ficando uma fantasia tão distante de nós.

Os efeitos 3D no filme achei bem sutis, já que produzir tudo em 3D deve ser bem mais trabalhoso, então geralmente eram mais cenas com pronfundidade na tela, sem ela "saltar" para cima de você, e quando isso acontecia era mais com cenário. Mas haviam cenas de ação e outras que davam uma ideia de estar mesmo no filme, como a arma parecendo que vai tocar no seu rosto. Gostei muito de como usaram a tecnologia e espero que mais cinemas desse tipo sejam espalhados pelo país. E como um extra, ainda pude visualizar filme que serão disponibilizados com a tecnologia 3D, incluindo Alice no País das Maravilhas de Tim Burton. Simplesmente estou com muito mais vontade de ver do que antes. A sensação de ver o Gato de Cheshire vindo pertinho de mim, abrindo o sorrisão, foi ótima hahahahaha...

Fica uma boa dica de filme para quem quer terminar o ano com grande estilo. Posso ainda estar sendo eufórico, mas para mim foi o melhor filme do ano, embora este ano tenha visto pouquíssimos também, então considerem isso. Mas que Avatar é diversão garantida, isso é!

Pensamento do dia: Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação. Charles Chaplin

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

TYPE-MOON

Uma postagem sobre uma companhia de jogos que eu sou fã desde sua primeira visual novel chamada Tsukihime mas que me apaixonei mesmo quando eles lançaram Fate/Stay Night. Desde então sou grande fã da companhia TYPE-MOON que vem a se confundir com os seus fundadores, o escritor Kinoko Nasu e o artista Takashi Takeuchi, onde muitos falam que um anime ou jogo é "obra de TYPE-MOON". Para mim já é o suficiente para despertar o mínimo de interesse pela obra.
Interessante que a primeira obra mesmo deles foi o romance (novel) Kara no Kyoukai em 1998, que só recentemente ganhou a série de filmes. Mas eles ganharam destaque ao produzir o jogo estilo visual novel, onde o jogador vai interagindo nos rumos da história mas não é como um jogo de aventura, quase um livro interativo na verdade. Esse jogo era para o público adulto, um h-game, e ganhou detaque não necessáriamente pelas cenas hentais, mas sim pela sua história, bem atraente. O jogo era Tsukihime. Vampiros, poderes variados, seres sobrenaturais, magos e exorcistas poderosos. Tudo isso misturado em com cenas de sexo como um bônus, claroq ue faria sucesso. Depois de um tempo Tsukihime ganhou expansão para o jogo de luta chamado Melty Blood. Por fim veio a adaptação para anime, fazendo um grande sucesso, embora fosse com um ritmo um tanto lento, tinha ótimo enredo e Arcueid era uma ótima personagem e é até hoje lembrada.

Após Tsukihime veio o jogo que alicerçou definitivamente a qualidade de produção da produtora: Fate/Stay Night. Fate tem um mundo extremamente fértil, onde já vi várias pessoas fazendo rpgs e imaginando situações dentro do universo rico que TYPE-MOON criou. A simples ideia de ter magos poderosos aliados a servos que seriam personalidades lendárias lutando pelo acesso ao Santo Graal já seduzia. Mas além da ideia básica, haviam personagens MUITO carismáticos. Todos sabemos que por mais que uma obra seja bem feita, se não houver personagens carismáticos seu sucesso nunca será alcançado. Fate esbanjava e ainda esbanja personagens carismáticos. Isso serviu como base para TYPE-MOON ter seu sucesso como uma grande companhia, já posteriormente foi adaptado par anime, que mesmo com críticas a não aproveitar tão bem certos personagens e escolher a primeira rota como base, o anime fez grande sucesso. Havia uma ótima trilha sonora, bons dubladores e um certo segredo até metade do anime, que era a identidade da Saber. Lembro que quando acompanhava semanalmente o anime, nas listas de discussão e fóruns usavam até a base da armadura dela para saber qual personagem histórica ela seria.

Após Fate fiquei no aguardo por novos animes e foi quando me surpreenderam com a novel que até cheguei a me interessar mas a preguiça de ler tradução em inglês falava maior que o interesse. Kara no Kyoukai, uma novel que foi a primeira obra de TYPE-MOON na verdade, estaria sendo produzida em uma série de 7 filmes. Eu inicialmente apenas me interessei de curioso, pois mesmo gostando de Tsukihime, não era grande fã como sou de Fate. Sabia que o mundo de Kara no Kyoukai seria no mesmo mundo de Tsukihime. Mas depois que vi o primeiro filme, simplesmente me apaixonei pela série, especialmente pela protagonista Shiki. Ela não é nada MOE, mas é uma personagem cativante e atraente, sem deixar de ser perigosa, que de certo modo deixa-a com mais charme ainda. Além da ótima trilha sonora, com Kalafina responsável pelas maravilhosas músicas, a animação estava formidável e havia aquilo que sempre criticaram faltar nos animes de TYPE-MOON: ação. Mesmo não sendo ação do início ao fim, as cenas de ação são de tirar o fôlego de muita gente. Interessante que há personagens com ligações claras com Tsukihime, como Aozaki Touko que é irmã de Aozaki Aoko, mas também há uns que me parecem vindos de Fate. Tudo bem que há similaridade entre os personagens pelo traço mesmo, como Azaka criança ser a cara da Rin criança.
TYPE-MOON chegou a produzir um jogo para Wii chamado 428: Fūsasareta Shibuya de. Seria inovador para a companhia por ser um jogo com cenas de seres humanos mesmo, fotografados e colocados no jogo. Haviam rotas distintas com cada personagem que deveria ser fechado um problema de um atentado terrorista. Isso rendeu o anime que atualmente estou acompanhando e adorando: Canaan. Aqui TYPE-MOON exorcisou definitivamente a fama de ter apenas animes parados, pois desde a abertura tem ação. Mesmo os episódios mais "bobos" que sempre tem após um arco ou mini-arco, há cena de ação e de determinada importância para o enredo, assim não tendo episódio desnecessário. Como já atingi a metade do anime creio que não haverá nenhum episódio desnecessário e estou bem animado mesmo para saber o desfecho do anime.

E atualmente estou na espectativa do novo filme de Fate já anunciado. Será de Fate/Stay Night mesmo, mas na rota Unlimited Blade Works, que é a rota em que o Archer é o herói basicamente. Espero que depois dessa façam outro filme com a rota Heaven's Feel também. Mas o que mais anseio, mas tenho noção de que deve demorar, é pela adaptação de Fate/Zero. Ver a Irisviel animada seria demais *-*~

Sorte do dia by orkut: A imaginação é mais importante do que o conhecimento

quinta-feira, 16 de julho de 2009

OST

Original Sound Track (Trilha Sonora Original), popularmente conhecido como OST, são como o próprio nome já declara, são trilhas sonoras de alguma obra. Não só músicas temas, mas geralmente existem muitas músicas instrumentais, curtas ou longas, que ambientam a obra.

Geralmente é oriunda de filmes, mas séries, jogos, e outras obras possuem ótimas OSTs. Eu perticularmente adoro ouvir as OSTs de obras que eu gosto. As vezes chego a ouvir até de que não conheço tanto assim, mas pelos compositores envolvidos as vezes me chamam a atenção. Então vou contar sobre algumas que tenho ouvido recentemente mas que não são as melhores, porque seria muito complicado fazer um ranking.

Uma OST maravilhosa e uma das mais belas que já ouvi é a de Okami. Simplesmente 5 CDs quase puramente instrumental, já que a música de encerramento do jogo para PS2 é cantada. O jogo por si só é lindo e envolvente, pois embora não tenha PS2 eu cheguei a jogar na casa de um amigo. As músicas seguem um estilo bem japonês, com vários instrumentos que lembram muito as músicas antigas japonesas.

Outra que tenho ouvido e considero uma das melhores é a OST de Persona 4. Tem uma ou outra música que não curto muito nos 2 CDs, mas no geral são músicas bem legais. Ao contrário da maioria das OSTs que existem por aí, existem muitas, é que muitas, talvez a maioria, das músicas são cantadas. Durante muito tempo fiquei ouvindo direto e vez ou outra retorno a ouví-la.

Atualmente estou ouvindo muito a OST de Granado Espada. Segue bem o estilo do jogo, com músicas com alguns arranjos com instrumentos clássicos, como violino e piano, mas com um toque moderno. Também tem as músicas tecno e até as mais clássicas. Tem músicas cantadas tanto com coral quanto com vocal mesmo, como uma música coreana que é muito bela chamada Esa Promesa. São 3 CDs muito bem aproveitados.

Outra que tenho ouvido muito atualmente é a primeira OST de Pandora Hearts. Simplesmente muito no estilo que eu gosto, pois as músicas foram feitas no estilo do anime, ou seja, seguindo bem o estilo de abertura, com arranjos clássicos e vocal mais lírico. Uma das músicas, Contractor, é possível ouvir claramente momento de entrada, meio e final com um ápice na música. Comentando com uma amiga me lembra uma cena de um duelo entre dois personagens hahahahaha...

E uma OST que sempre ouço vez ou outra que é puramente instrumental mas é de um compositor que adoro é a OST do jogo Guilty Gear. A que eu tenho é a da GG XX. As músicas são muito bem arranjadas e sempre ouço para desestressar ou mesmo passar o tempo. Minha favorita de longe é Pride and Glory.

Finalizo perguntando se gostam de ouvir trilhas sonoras, se buscam ou e quais as suas favoritas ou quais tem ouvido recentemente? Gosto de OSTs de vários filmes mas não tenho ouvido recentemente. Em outro momento eu escrevo aqui.

Sorte do dia by orkut: Tentar e errar, mas não desistir de tentar

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Anjos e demônios

É, exatamente sobre o filme que será estrelado por Tom Hanks e que é continuação do famigerado O Código Da Vinci. Assim como o primeiro filme, não pretendo ver esse filme, já que odiei o livro Anjos e Demônios mais que primeiro. Nem cheguei a terminar porque cansei e não aguentei.

E olha que o livro e o filme tinham tudo para eu gostar dele, pois trata sobre os Illuminati e sobre CERN, centro de pesquisas físicas europeu que é muito importante. Mas o autor fez a graça de usar dados fictícios como se fossem reais e viajou muito mal em coisas que deveriam ser bem embasadas, além de não gostar da narrativa dele nem um pouco.

Mas tem um lado interessante no lançamento deste filme. Muitas pessoas estão interessadas nas pesquisas que o CERN faz, que já ficou em evidência depois de um maluco dizer que o LHC, o principal experimento rodando atualmente no CERN, poderia destruir o mundo.

Tudo bem que antimatéria sempre teve um certo deslumbre nas pessoas e o livro de certo modo incentiva isso, embora na verdade as pesquisas no CERN sobre antimatéria, aliás, pesquisas físicas sobre antimatéria são muito antigas mas o ser humano ainda está muito longe chegar a ter realmente antimatéria estável como na ficção. Entretanto o interesse por assuntos físicos, como quântica, relatividade e outros assuntos de física moderna tem aumentado em meio ao povão que é mais leigo no assunto e até mesmo pessoas que são de outras áreas. Acho isso muito legal por esse lado, já que ciência em geral precisa mesmo de divulgação e esclarecimento.

Aqui segue a sinopse do filme citado: "Uma ameaça que pode destruir toda a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon (Hanks) é chamado às pressas por Maximilian Kohler para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado no CERN, um grande centro de pesquisas na Suiça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura marcada no corpo da vítima - um ambigrama, palavra que pode ser lida tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há 400 anos. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon vai para Roma junto com Vittoria Vetra (Zurer), filha do físico assassinado, para avisar o carmelengo Carlo Ventresca (Ewan McGregor). Nessa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião."

Postagem como ilustração, imagens de Etna e Flonne de Disgaea, uma diabinha e uma anjinha XD

Sorte de hoje: Procure viver pela paz, não por conflitos

domingo, 3 de maio de 2009

Remakes

Não é de hoje que refazer obras antigas (as vezes nem tanto) é válido. Mas ultimamente até mesmo os animes entraram na moda, com atualmente três sendo refeitos e não duvido nada que outros estejam para vir por aí. Agora, muitos podem pensar por que refazer algo que já foi feito?

Eu considero que existem vário motivos que levam autores, produtores, empresas detentoras de direitos autorais e outros tantos quererem refazer uma obra. Claro que não é apenas por simples "amor a arte", isso é lorota que alguns querem se iludir. É óbvio que ó se faz remake daquilo que se espera ter algum retorno financeiro, portanto é complicado ver remakes de obras consideradas ruins por completo.

Considero obras ruins por completo aquelas em que nada é aproveitável. História, enredo, personagens e tudo mais sendo ruim, a obra pode ser considerada ruim por completo para mim. Mas creio que em geral, sempre se pode reaproveitar um algo de alguma obra, seja história, personagens ou coisas afim. Quando a obra é de boa para ótima em alguma característica, começa a se pensar em reaproveitar, claro se houver público que goste.

Assim sendo, pode-se ter obras refeitas por motivo de que as anteriores não foram bem adaptadas para a mídia (caso dos filmes do Batman, onde considerei que a melhor adaptação foi a última exibida no cinema, o Cavaleiro das Trevas). Também pode-se querer adaptar uma obra para querer simplesmente refazê-la com a tecnologia atual (exemplo de Dragon Ball Z sendo refeito no Dragon Ball Kai). Outro motivo seria simples falta de criatividade ou porque aquela é boa história que seria sinônimo de popularidade (como a novela da Paraíso). Mas também tem o detalhe de querer fazer com mais condições e inserir elementos novos, onde posso demonstrar como um belo exemplo os filmes Rebuild of Evangelion.

Diga-se de passagem, depois que a Gainax decidiu refazer Evangelion, sendo muito bem recebido, outras empresas e produtoras seguiram na onda de refazer, resultando por exemplo em Fullmetal Alchemist: Brotherhood e Dragon Ball Kai. E é em Rebuild od Evangelion que mais me assustei com a qualidade difente do anterior com o atual. Além disso inseriram novos elementos e prometem desenvolver melhor coisas que foram deixadas de lado. Sinceramente eu espero isso.

Um dos elementos novos inseridos é a personagem Makinami Mari Illustrious, mais conhecida como Mari atualmente. É ela quem ilustra esta postagem e, embora tenho um sobrenome típico de personagens de Gundam 00, parece ser uma personagem interessante. Só a sua aparência já desperta interesse, especialmente pelos óculos (sim, tenho queda por personagens de óculos, como já mencionei antes neste blog). Eu espero que este filme seja bom e irei procurar para assistir, vendo o primeiro junto, porque não despertou interesse. As imagens são do artista Shiduki Mitiru.

E sobre despertar interesse, percebi que meu interesse por animes refeitos é meio baixa. Não consigo sentir muita motivação de ver a cada semana animes que já sei como deve acontecer as coisas, como FMA e DBK. Vou deixar acumular e depois ver junto. FMA eu devo voltar a acompanhar semanalmente somente depois que entrar na parte em que desvia do antigo anime. DBK, como não deve ter novidades, vou vendo conforme acumular mesmo. Além disso, pela falta de tempo acabei priorizando apenas 3 dos 8 animes que pretendia ver e os remakes foram os primeiros a serem descartados. Fico no aguardo apenas por Valkyria Chronicles, Pandora Hearts e K-On mesmo XD

Sorte do dia by orkut: Encontre a felicidade no seu trabalho ou talvez nunca saberá o que é felicidade

quarta-feira, 4 de março de 2009

Vale a pena rever

Tem algumas obras que valem a pena você rever ou reler por serem tão boas, tão gostosas e/ou você adorar simplesmente elas.

Alguns filmes como Ray Man, que citei outro dia aqui no blog, Herói, A Liga Extraordinária, O Último Samurai e outras obras não tão antigas mas que despertam desejo de ver. Outros como O Poderoso Chefão, Spartacus, Tão Longe, Tão Perto e mais outros bem antigos, também dão vontade de reassistir uma vez ou outra.

Leitura também, pois é incrível ver como A Divina Comédia é importante até hoje, assim como reler contos de Edgar Allan Poe sempre me agradam. Fora outras obras literárias, como O Morro dos Ventos Uivantes, livro que adoro, ajudam a passar o tempo também.

Também existem as séries que mesmo reprisadas várias e várias vezes na televisão, você ainda para para assitir, desde Friends e até Chapolin hahahahahha...

De mesmo modo tem animes antigos que são ótimos (pelo menos para mim) que sempre dão vontade de rever, uma vez ou outra.

Animes como El-Hazard, que já falei que sou fã, Record of Lodoss War, Giant Robo, Elfen Lied entre outros mais "antigos" ocupam lugar juntamente com mais outros dois animes que me conquistaram: Eureka Seven e Spice & Wolf.

Eureka Seven é um dos animes mais perfeitos que já vi, com de tudo um pouco sem enjoar e com todos, simplesmente todos os personagens se desenvolvendo ao longo da história, até os mais extras. Com destaque a minha amada Anemone *¬*

Já Spice & Wolf me conquistou pelas belas imagens, cenários, história simples mas muito bem amarrada e personagens super carismáticos, principalmente Lawrence e a minha adorada Horo *¬*

Tudo isso foi motivado por eu ter ontem feito meu perfil no My Anime List e relembrando os animes e mangas que já assistir e li me bateu uma nostalgia momentânea. Claro que coincidiu com o fato de estar baixando a versão Blu-ray de Spice & Wolf. É ótimo rever esse anime, definitivamente. Espero que a continuação mantenha o nível, já que não curti muito a sutil mudança no traço devido a mudança do desenhista, mas enfim, negócio é esperar mesmo.

E vocês, tem algum livro, filme, anime, mangá, série ou outra obra artística que não se cansam de ver e rever?

Sorte do dia by orkut: Hoje pode ser um dia excelente e maravilhoso - só depende de você

domingo, 1 de março de 2009

De louco todo mundo tem um pouco

Quem nunca ouviu este ditado antes? Basicamente considera que todos nós temos um pouco de maluco. E sinceramente, acho que é a mais pura verdade ahahahahahahahaha...

Lembro que o personagem de Estênio Garcia na novela Caminho das Índias sempre diz que "loucura é uma questão de ponto de vista" e acho bem interessante essa visão pois nada dá para afirmar que nós somos realmente os certos e os loucos são errados. Ou que somos normais nossa vida e eles são loucos.

Seriam loucos os loucos por não se preocupar tanto com suas aparências, não seguir algumas normas sociais estabelecidas ou não dar importância ao que "todos" dão? Acho que é algo para refletir as vezes.

Fora que com o tempo percebi, principalmente após uma bela conversa ontem com meus amigos, que quase todos atualmente (não sei como era antes e como não estudei sobre isso não me atrevo a falar) possuem algum tipo de TOC. Seja uma mania de confirmar se está tudo certo várias vezes antes de sair de casa, seja querer organizar tudo a sua volta ou seja arumar prateleira de supermercado ou estantes de livrarias. Coisas bobas mas que é algo que poucos percebem.

Muitas vezes imagino que seja responsabilidade da sociedade na qual vivemos, mas também lembro que é muito mais fácil jogar a culpa em alguém ou em alguma entidade do que admitir sua própria "culpa". Mas na verdade também é um erro procurar um culpado quando nem sempre há um culpado.

Aí para completar essa ideia de que loucura é ponto de vista, vejo na Universal reprisando hoje o ótimo filme Ray Man, onde Dustin Hoffman atua magnificamente mostrando um autista que tem facilidade absurda com números e uma ótima memória. Uma vez uma professora no colégio chegou a discutir sobre isso, após um comentário preconceituoso de um colega, que só porque as pessoas autistas não demonstram agir como nós, não significam que não tem sentimento ou não ouvem o que lhe dizem. Muita gente que se considera normal age com preconceito quando ver alguém com distúbios mentais ou excepcional. Mas esquecem que um belo dia pode acabar como eles ou ter algum parente assim ç.ç

No entanto, acho interessante como personagens fictícios insanos fazem sucesso e atream público. Que o diga o maior vilão dos comics, o Coringa, que sempre deu complicação a atores interpretar e deu no que deu com o Heath Ledger, que ganhou um Oscar póstumo inclusive por sua atuação. Animes e mangas existem inúmeros personagens assim, insanos, como Soul Eater e Deadman Wonderland.

Mas se os fictícios fazem sucesso, por que querer marginalizar os reais? Porque ficção já diz tudo: não é real. A realidade mesmo é dura, feia e nada glamurosa. Daí as pessoas agem como agem u.ú

Enfim, me considero normal, mas sei que tenho um pouco de louco, a começar por ser físico hahahahahahahaha...

PS: Olhem o orkut me mandando exercitar ç.ç

Sorte do dia by orkut: Pratique exercícios hoje

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Quem é você?

Um perguntinha no título é bem básica e simples, correto? Nem tanto, pois nem todo mundo consegue dizer quem é.

Muitas pessoas acham que se conhecem muito bem. Acham que estão perfeitamente resolvidos como seres humanos e que tudo sobre si mesmo é sabido por ela e imagina como agiria em várias situações. Eu só digo que tais pessoas estão é muito enganadas.

As pessoas acham que se conhecem bem por crerem que todas as situações possíveis que ela pode viver ela saberá como irá agir, como irá pensar. Além disso não somente se baseiam nisso, como também se calcam em o que os outros dizem sobre ela, o que ela estudou ou onde e com o que trabalha ou trabalhou. Ainda tem aquelas pessoas que se baseiam na família e local de onde veio, como suas "referências".

Falando inicialmente sobre saber como agir em todas as situações, eu afirmo que isso é impossível. Por mais criativo que você seja, não tem como afirmar que perante determinadas situações você irá agir de um modo ou de outro. Pode até ter uma ideia de como se comportaria, algo como uns 60 a 80% de precisão, chutando claro, mas tem momentos que os aquela situação te obriga a mover-se de um modo que não esperava.

Situações desse tipo pode ser para "bem" ou para "mal". Bem e mal entre aspas porque acredito que isso é uma visão muito maniqueista da vida. Ninguém é 100% bom ou mau, mas sim uma mistura de ambos, fora que o que é bom e o que é mau depende muito da sociedade e o tempo onde vivemos. Daí em um acidente, você pode se desesperar em uma situação que cria que teria controle, como também pode manter uma frieza sem igual, de modo que nunca esperava. De mesmo modo, ao ocupar um cargo importante você pode vir a ceder a corrupção para o bem pessoal ou simplesmente manter a segurança de sua família que fora ameaçada ou simplesmente ignorar as ameaças e agir como pensa, custe o que custar... Em situações inesperadas que descobrimos o quanto não nos conhecemos e passamos a nos conhecer melhor.

Sobre o que a pessoa estudou, trabalhou e onde nasceu, eu digo que isso está mais atrelado ao fato de ser muito mais simples aceitar que você é aquilo que os outros dizem que você é. De onde veio, o que estudou, o que trabalhou, e outros fatores mais "externos" é o que os outros podem ver. Quantas pessoas metem o que pensam sobre determinada coisa para serem agradáveis? Quantas ao ouvir um "como você está?" respondem com um falso sorriso um "tudo bem"? A sociedade necessita de mentiras, isso é a grande verdade.

Para vivermos em sociedade, precisamos usar máscaras, como já citei em uma postagem anterior. Mas ao usarmos as máscaras, muitas pessoas acabam se enganando e achando que ser ela mesma é ser aquilo que os outros observam. Mas note que aquela faceta que ela demonstra ainda faz parte dela, porém creio que ela seja muito mais que aquela faceta.

No final das contas, creio que ninguém pode afirmar com uma precisão de total que se conhece. Daí vir a afirmar quem é com precisão precisa de um tempo de reflexão. O mais interessante que muitas nem querem refletir sobre si mesmas por ter medo do que podem descobrir ou comprovar. Pois o ser humano não é feito apenas de virtudes, mas de defeitos e muitos defeitos que é difícil para muitos admitir que possuem, mesmo que seja para si mesmos.

Interessante que isso foi motivado por dois filmes que "assisti" ontem. O assisti está entre aspas porque eu ia ouvindo e as vezes vendo os filmes, logo não vi tudo mas assim que reprisarem verei. Um foi o O Caçador de Pipas e o outro foi O Diário de uma Babá. O primeiro é até bem conhecido mas o segundo, embora tenha um título um tanto estranho, é um ótimo filme.

Vou indo de deixando essa reflexão para cada um que ler esse texto até o final.

Sorte do dia by orkut: O pessimismo nunca ganhou nenhuma batalha