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sábado, 11 de junho de 2011

Dragon's Crown

Esta semana a Vanillaware anunciou com o trailer abaixo o jogo Dragon's Crown para PS3 e o novo PSVita, sucessor do PSP, sendo um Adventure 2D lembrando bem jogos antigos, um prato feito aos saudosistas. Isso ocorreu durante a badalada E3 2011.


O jogo aparentemente foi bem recebido, com primeiras impressões agradáveis e bem comentado. Isso deve-se ao fato da empresa fabricante ter um bom conceito com seus jogos anteriores, como Odin Sphere e Oboro Muramasa (Muramasa: The Demon Blade), fora a Vanilaware foi fundada com pessoal do projeto Princess Crown para Saturn, então produzido pela Atlus. E é daí que começa o ponto interessante que vale comentar sobre o jogo.

Este seria uma continuação de Princess Crown, ou melhor, sequência em mesmo mundo, surgida ainda na época do lançamento do jogo para Saturn. Isso significa que a 13 anos esse projeto foi pensado para ser lançado para o Dreamcast. Outro ponto interessante é que George Kamitani, uns dos cabeças do projeto, trabalhou com a Capcom em Dungeons & Dragons: Tower of Doom. Não foi a toa que tive um sentimento de lembrança de Dungeons & Dragons: Shadow over Mystara (o que mais joguei e por isso associei logo) quando vi o trailer de Dragon's Crown. Além disso tudo, é possível ver elementos de Golden Axe e The King of Dragons, jogos que Kamitani disse ser fã, fato citado aqui.

O jogo será um típico "hack-and-slash" 2D, com elementos de RPG presentes, provavelmente com escolha de habilidade e equipamentos, mas quem sabe venha mais do que isso? Os personagens são os típicos de um jogo, com dois porradeiros, dois com magias, um tanque e uma arqueira. Como ainda haverá modo online e provavelmente DLC's, este fator online também deve possibilitar que as influências RPG sejam mais perceptíveis, pelo menos espero isso. Além disso, a arte é agradável e particularmente bela para mim, como tem sido os jogos da empresa.

É muito agradável ver jogos como esse sendo anunciados ainda para 2012 (daqui a 1 ano praticamente, já que apenas para primavera do hemisfério norte do ano que vem), já que até algum tempo a tendência de tudo era seguir o caminho do 3D, ficando forçado em certos jogos e contextos inclusive. Mas o que me levou a postar aqui, além de ter gostado tanto do jogo pelos motivos citados, é que de fato o jogo caiu nas graças dos imageboards por aí. Do dia 8 até agora contabilizei mais de 90 imagens de artistas, com algumas inclusive muito boas, como a que coloco abaixo de Simosi, membro da TYPE-MOON. Claro que a Sorceress peituda, que tem inclusive o efeito "boing boing" visto no trailer, é a favorita de longe do povo, mas as outras duas personagens femininas também entram com fanarts, com a amazona estando logo em segundo lugar na preferência e a elfa em terceiro. Até 2012 muitos vários outros fanarts surgirão com certeza!

Pensamento do dia: Na verdade, a filosofia é nostalgia, o desejo de se sentir em casa em qualquer lugar. Friedrich Novalis

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Monumentos e conservação

A minha amiga Ichigo esteve na Europa e voltou falando algo que muita gente que já esteve lá já havia me dito: como eles conservam seus patrimônios e monumentos. Realmente, é notório como os seus monumentos são conservados sem que depedrem ou pixem. Esses dias vi na TV que em um país, acho que era na Áustria, colocaram um banco que tocava músicas do artista famoso, Mozart se não estou enganado, onde você sentaria e além de ler sobre a vida dele clicava em um botão no banco e ouveria músicas relacionadas com o período da vida dele e tal. O que me chamou a atenção foi o comentário de meu pai: "Ah se fosse aqui no Brasil..."

Realmente, outro dia vi que existem países que colocam em algumas praças equipamentos de ginástica gratuitamente para o povo se exercitar. Mas aqui no Brasil isso provavelmente seria depredado, assim como monumentos a exemplo dos óculos da estátua de Carlos Drummond de Andrade. Porque isso? Creio que é primeiramente com a ilusão de que colocar monumentos e coisas públicas em geral são de graça. Eu chamo isso de ignorância e até meio burrice generalizada. Claro que se alguém colocou algo para todos isso custou algo e alguém pagou. E quem pagou? Nós todos pagamos!

Quando o governo, seja municipal, estadual ou federal, coloca algo para todos usarem, eles usam recursos que por baixo se originaram dos meus e seus impostos. Ou seja, estamos pagando por eles. Portanto destruir ou prejudicar estes monumentos ou objetos públicos é jogar nosso dinheiro fora. Se todos tivessem esta noção seriam como os europeus e americanos. Eles não são simplesmente mais educados, mas sim sabem o valor de cada coisa. Não tem a noção ingênua e ignorante da vida que aquilo foi colocado de graça.

E engana-se aquele que sonega seu IPTU ou não declara Imposto de Renda que está sem pagar. Sempre que compramos algo já vem com uma carga tributária bem pesada até. Ou seja, você ir comer um simples cachorro-quente na esquina já está pagando indiretamente impostos. A um tempo atrás existia a famigerada CPMF que graças a Deus acabou, mas só lembrar que pagamos por movimentação financeira e produtos fabricados no Brasil ou mesmo importados estamos pagando taxas já faz a gente pensar em que fim é dado ao nosso dinheiro. Se todos fossem mais cientes disso haveria menos desvio de verbas, pois saberiamos que se tais taxas foram pagas devem render um tanto em investmentos que caso não apareçam é que algo está errado.

No final estamos em um ciclo vicioso gerado pela ignorância e pelo sentimento nocivo de querer sacanear o próximo, pois mesmo que haja a ignorância do custo dos monumentos, qual o motivo de depredá-lo? Simplesmente para "sacanear" os outros e se achar superior. Creio que deve estar enraizado com a maldição do pensamento "eu vou me dar bem sobre os otários" que está impregnado na nossa cultura. Assim conservação de monumentos acaba sendo um caso não só de conhecimento e educação mas também de cultura. Devemos mudar isso somente quando parte de nossa cultura mudar. Infelizmente é algo que demora, já que não se muda uma cultura de uma hora para outra, levando anos e as vezes gerações.

Uma pena, pois monumentos, muitos históricos, contam parte de nosso passado e com eles podemos não só admirar como também aprender muito de um povo e uma cultura, fazendo parte de nossa memória. Um povo sem memória é um povo sem autoconhecimento. Assim os monumentos podem ser considerados nossos tesouros e precisamos divulgar a ideia de mudança de pensamento para justamente preservar o que nós é importante, além de poder mostrá-los a quem nos visita com orgulho de quem mostra algo de valor belo e limpo para uma visita.

Pensamento do dia: Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória. José Saramago

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Clichê é tão ruim assim?

Isso é uma pergunta que venho me fazendo a um certo tempo, desde o mês passado na verdade a ideia fica martelando na minha cabeça. Cheguei a postar em dois fóruns que participo mas não teve muito interesse do povo em discutir, então aqui vou desenvolver melhor o assunto e expor o que penso sobre os clichês, que hoje em dia a palavra "clichê" praticamente é sinônimo de ofensa ou de forma a menosprezar algo. Mas será que é bem isso ou era para ser assim?

Inicialmente Vou citar uma ideia sobre o termo em português e creio que seja o mais próximo da realidade da palavra: "Uma idéia relativa a algo que se repete com tanta frequência que já se tornou previsível dentro daquele contexto."

Quero justamente discutir sobre clichês em obras artísticas, especialmente literária, televisiva, cinematográfica e afins. Podemos notar que a ideia de "ser clichê", a princípio, não é algo ruim, apenas previsível. Então vamos pensar, será que ser previsível é ruim? Quando se menospreza uma obra chamando-a de clichê em tom pejorativo é por ela ser previsível? Será que realmente o que acreditamos ser algo inovador é mesmo inovador?

Enfim, indo ao assunto, creio que o que é ou não clichê depende de alguns parâmetros: cultura local, cultura recente, conhecimento global e conhecimento histórico. Dei esses nomes por parte de minha cabeça e nem sei se tais termos existem, mas vou tentar explicar o motivo de achar que eles definem bem o que cada um pensa sobre o que é ou não clichê, pois para uma pessoa um filme pode parecer previsível mas para outra não, logo clichê é algo de certo modo discitível.

Creio que cultura local e recente sejam definidas por onde você vive, não necessariamente onde você mora, mas com quem fala, com quem interage e como pensa influenciado por seus contatos. Isso dá a você uma visão de mundo mais pessoal e querendo ou não acaba influenciando a sua perpectiva de mundo. Expandindo podemos levar a regiões e até países. O que é hábito de usar em um país pode não ser em outro. Exemplo vivo e claro são novelas da Globo, que por mais que muitas pareçam clichê, quando exportadadas fazem muito sucesso por fugir do padrão dos folhetins lá no exterior simplesmente por ser uma visão mais brasileira. De modo similar eu chamei de cultura recente o que estamos acostumados a fazer nos últimos anos, influenciados por nossos pais e avós. Basicamente seria aquilo que está mais recente em nossas vidas em virtude disso. Os hábitos dos romanos na époda do Império Romano e de um habitante da Europa Medieval foram ficando nebulosas com o passar do tempo até ficarem em desuso ou mesmo esquecidas. Claro que cultura é muito mais que essas definições, mas estou resumindo aqui para não ficar extenso demais e irmos ao ponto.

O ponto é que se eu estou acostumado a ver, ler e ouvir certas coisas, estas coisas passam a ser mais corriqueiras, previsíveis e até chatas. Isso passa a ser clichê para mim. Mas aí que vem os outros dois fatores que citei no início, conhecimento global e histórico. Com conhecimento global posso saber culturas diversas, não ficando apenas na visão local de algo. Assim posso ter acesso a obras do Oriente Médio, da Ásia e outros lugares menos conhecidos, onde estou considerando que Europa e EUA são mais que conhecidos por aqui, sendo EUA mais forte que Europa. O conhecimento histórico é a parte que faz sabermos como os gregos do Império Romano e os europeus medievais viviam, incluindo suas obras artísticas. Ter ou não ter um conhecimento mais amplo faz com que passemos a saber o que é original ou nem tanto comparativamente.

Assim, duas pessoas poderiam ter visto O Gladiador e uma se surpreender com o final que para ele era inesperado e outro achar que seria o final esperado para o rumo tomado no meio ou bem antes do filme. Tudo seria diferenciado que a primeira pessoa se esqueceu ou nunca ouvira falar das tragédias gregas enquanto a segunda pessoa saberia disso e logo associou ao que estava vendo. Resumindamente, o que pode ser clichê para mim, pode não ser para outros por pura questão de cultura e conhecimento.

Mas indo de volta a ideia inicial, mesmo que clichê seja reconhecido, isso não é necessariamente ruim. Um filme de ação espera ter certos elementos presentes e isso todos esperam devido ao clichê associado aos filmes de ação. Idem para outros tipos de filmes. Ou seja, os clichês ajudam a definir um tipo ou tema a ser seguido. Assim, quando você faz a propaganda da obra, seja dinâmica (comerciais em tv ou trailers) ou estática (posters e anúncios em revistas ou jornais) o clichê do gênero da obra é chamado. Tal fato ajuda inclusive a vender e promover a obra se forem bem explorados.

Podemos considerar que existem clichês bem aproveitados e mal aproveitados, ou seja, acabamos tendo assim os bons e maus clichês. Notem agora, indo para algo mais "povão", um bom exemplo: novela do Manoel Carlos. Isso é um bom exemplo de clichê ruim, pois simplesmente todas as novelas dele são similares demais e as fórmulas são cansativas e repetitivas demais. Uma novela com clichês mais aproveitados e jogados de forma confusa é "Tempos Modernos" que passa na Globo. Simplesmente pegaram um monte de ideias e sacudiram em um pote e o que saiu disso usam na novela que é ruinzinha mesmo. Já a novela "Cama de Gato" mesmo com clichês clássicos de qualquer novela o autor (ou autores, não sei ao certo) consegue fazer com que ela prenda e seja agradável de se assistir.

E clichê podem fazer a diferença em uma obra. Vou agora ir um pouco mais para animes e mangas. Um manga que seja um típico manga de comédia onde o protagonista tem uma namorada superpoderosa, pode vir a surpreender justamente em ao longo da trama mostrar elementos que vão além do gênero ou mesmo dar um caminho que não é o esperado. O final inesperado tira o ar de clichê da obra. Assim posso citar dos que me lembro agora, Chobits. Quem leu essa obra de CLAMP sabe que inicialmente o manga parece até uma comédia de harém mas depois ele vai mudando ao longo da trama.

Mas também tem aquela obra que é clichê, não esconde isso, mas usa e aproveita muito bem os elementos clichês de forma a ficar bem agradável para quem veja. Um anime que adoro citar como exemplo é Zero no Tsukaima. Isto porque os clichês usados são utilizados em momentos certos e da forma certa, ficando algo divertido e coerente com o anime, sem ficar chato. Inclusive já tive amigos que mesmo não gostando do gênero de comédia de harém acabou gostando anime por esses motivos. Por isso escolhi o anime para ilustrar esta postagem hoje!

Sendo assim, peço que evitem de usar a palavra clichê como algo sempre ruim e pejorativo, pois é o mesmo clichê que faz você bater os olhos em um trailer no cinema e saber se aquele filme vai te interessar ou não e quando bem utilizados ficam agradáveis. Além disso tudo finalizo que dificilmente vamos encontar alguma obra artística que seja 100% original, pois com os anos que já se passaram e tudo que produzimos, sempre haverá uma ideia ou mesmo fórmula sendo reaproveitada, nem que seja parte dela em parte da obra.

Pensamento do dia: Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Antoine Lavoisier

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Quando o desânimo bate a porta, o que fazer?

Eu não sei quanto a vocês, mas quando o desânimo bate a minha porta eu realmente procuro fazer algo que gosto para me animar novamente. Tendo em vista isso, tratei de fazer uns wallpapers, já que o trabalho não estava rendendo... Depois de fazer alguns wallpapers meio bobos, por se tratar de alguns scans tratados, redimensionados e ajustados de alguma forma, decidi fazer um com a personagem que SEMPRE gostei de Metal Gear Solid (o primeirão mesmo): Sniper Wolf!

Ela é um tipo de personagem que embora apareça pouco no jogo deixa sua marca. Uma sniper russa com um trebendo corpão e um jeito bem badass de ser hahahahaha... Fica difícil eu não gostar dela. E o scan que comecei a brincar é meu favorito. Inicialmente pensei em aplicar uma textura e parecer um rabisco em uma folha de papel, mas não achei muito criativo da minha parte, daí parti para algo mais original. Como a personagem é uma sniper, montei usando simplesmente shapes de círculos, linhas e retângulos do Photoshop uma visão de uma mira de um rifle de atirador.

O resultado podem ver nesta postagem. Notem que originalmente o wallpaper foi feito para ser usado em um desktop widescreen mas depois fiz as outras versões. Espero que quem leia o blog goste e sinta-se livre para baixá-lo se quiser. Só não usem por aí dizendo que é de vocês que vou ficar realmente irritado, já que roubar obra dos outros e dizer que é sua é coisa de gente incopetente em minha visão pessoal. Não quero ninguém agindo assim gente. Use e repasse mas apenas diga quem fez ou não diga nada. Nem coloquei assinatura porque seria facilmente apagada em um wallpaper como este.

Bem, as coisas continuam aqui comigo não indo muito bem, especialmente no trabalho, que parou em um erro que não acho. Simplesmente funciona mas não como deveria. Quem já programou sabe que isto é pior que não compilar e rodar... Mas enfim, a vida vai continuando a me pregar peças e vou tentando não desanimar... muito... Embora, daqui por diante vou olhar o meu desktop quando estiver cansado e relaxar admirando a Sniper Wolf *-*~

Sorte do dia by orkut: Muitas das grandes realizações do mundo foram feitas por homens cansados e desanimados que continuaram trabalhando

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Xô Capeta!

Hoje eu simplesmente abandonei novamente a minha conta no deviantART e dessa vez é em definitivo. Deletei todos meus trabalhos submitidos que eram possíveis de deletar, pois alguns foram indevidamente bloqueados, motivo que me motivou a sair daquele antro de gente antiquada, limitada e que chega a ser idiota. Não os usuários, pois tem muita gente boa, competente e talentosa, além de uns bem simpáticos, gente que até sentirei saudades mesmo. Mas infelizmente um site é não só reflexo dos usuários, mas também da administração e moderação.

Simplesmente eu abri a minha conta hoje para verificar se haviam algumas atualizações dos artistas que gosto de seguir lá e simplesmente me deparo com 25 notificações. Eram fruto de um desocupado babaca que simplesmente apertou sem motivo aparente o botão de "report violation" e me acusou de ladrão de arte! Com certeza tem ou outro trabalho que é inspirado em imagens escaneadas originais, como o acima de Umineko, é são passíveis de discussão sobre violação de copyright. Mas daí a dizer que estou roubando um wallpaper já feito acho exagero...

Mais ainda é me acusarem de roubar um wallpaper criado por mim, com ideias originais minhas, tanto que vi outros wallpapers de outros temas que simplesmente apontavam para o meu wallpaper pois eles haviam se inspirado na ideia, que é mto legal mesmo. Ideia que surgiu ao ver umas ilustrações dos cards de Baccano que eram dados de brinde no DVD do anime. Além desse wallpaper, que é verdadeiramente o meu xodó por assim dizer, também reportaram outros wallpapers, como o do Tsukasa Jun que está abaixo.

Como já passei por situação similar a 2 anos atrás no próprio deviantART pelos mesmos motivos, de moderação tapada não saber distinguir o que é fanart de roubo de arte, o moderador do site simplesmente bloqueou meus wallpapers e alguns ID's de modo arbitrário, dizendo que eu deveria mostrar uma permissão do artista e provar que o wallpaper era meu. Queria saber qual o sentido da política de acusa e pune primeiro para depois perguntar e investigar se você é culpado. Assim, qualquer pessoa leviana pode sair reportando violação de direitos autorais e sacanear literalmente várias pessoas que fazem wallpaper somente para diversão.

Aliás, fazer coisas por diversão está cada vez mais difícil atualmente, pois recentemente perdi várias e várias imagens do meu photobucket por 1 mês porque o site simplesmente alterou a política de armazenamento, limitando não somente espaço, coisa que até aí acho normal, mas também a banda de transferência. Como centralizava tudo na minha conta no photobucket, simplesmente estourar 10 Gb de dados trocados é algo muito simples, pois somava-se blog, fóruns, rpgs e outras imagens variadas nesta conta. Simplesmente atualmente fica cada vez mais frustante você fazer um trabalho para fãs como vocês e compartilhar um trabalho com alguém que admira o mesmo artista, obra ou estilo que você...

Sorte do dia by orkut: Um dia sem sorrisos é um dia perdido

domingo, 14 de junho de 2009

Heterocromia - Olhos diferentes

O ser humano tem um certo fascínio sobre os olhos, sejam seus próprios ou de outros. Uma atração quase inexplicável que atrai pessoas. Existe a muito tempo a ideia de que os olhos são a janela da alma. De certo modo eu acredito nisso, mas só de certo modo. Existem pessoas que conseguem mentir e omitir tão bem que você pode olhar em seus olhos e acreditar na mentira que lhe é dita. Claro que são poucos que podem agir assim, logo a ideia de que os olhos representam o estado da alma da pessoa está de certo modo certo em maioria das vezes.

Em várias mitologias existem histórias que envolvem olhos. Na mitologia grega existia um gigante chamado Argus Panoptes que possuia 100 olhos, que enquanto dormia, 50 olhos permaneciam abertos enquanto outros 50 fechavam-se. Assim poderia estar sempre alerta. Na mitologia nórdica, Odin arrancou o olho direito no poço de Mimir em troca de mais sabedoria, logo assosciando de certa forma o olho direito a sabedoria.

Já na mitologia egípcia Hórus possuia dois olhos diferentes, com o olho esquerdo simbolizando a lua e o direito o sol. Novamente vemos que o direito era relacionado a conhecimento, já que o sol está atrelado a essa ideia de certo modo. Geralmente atrela-se a lua a misticismo e assim o olho esquerdo estaria atrelado ao místico. Tanto que durante uma batalha entre Hórus e Set, este arrancou-lhe o olho esquerdo, que foi substituído por um amuleto, o conhecido Olho de Hórus. Este amuleto significa não só proteção mística como também poder. Provavelmente por este motivo Lelouch ganha o seu Geass, poder de controlar a mente das pessoas, no seu olho esquerdo.

Mas o fascínio dos olhos tem uma vertente que percebo a cada dia ser maior em anime, mangás, games e outras obras que vão além do mundo asiático, chegando em obras ocidentais eventualmente, embora não com tanta força quanto no outro lado do mundo. Esta variação é a heterocromia, vindo das palavras gregas hetero (diferentes) e chroma (cor), que significa olhos de cor diferente.

Segundo definição da própria wikipédia sobre o assunto que comprovei em outras fontes estar correta, heterocromia "é uma anomalia genética na qual o indivíduo possui um olho de cada cor. É muito rara em humanos. Quando ocorre em gatos domésticos, estes recebem a denominação de Gato de olho ímpar. Isso se deve a uma alteração no gene EYCL3 no cromossomo 15, que indica a quantidade de melanina que o olho deve possuir, muito gera a cor marrom, pouca gera a cor azul, e também no gene EYCL1, que indica a quantidade de pigmentos de gordura, que diz se o olho é azul ou verde. Apesar de haver a alteração genética, outros fatores podem gerar essa alteração como a sindrome de Waardenburg, que gera surdez e provoca essa alteração. O mais comum é que ocorra através de lesões ou derrames que causem a modificação da quantidade de melanina na retina."

Em animes existem muitos casos, onde eu diria que a personagem mais famosa com olhos de cor diferente é a Suiseiseki de Rozen Maiden. Ela tem uma irmã, que parece uma garoto muitas vezes, que também tem olhos de cor diferente, mas de forma oposta a da irmã. Seguindo a ideia de que olho direito é conhecimento e esquerdo poder, explica-se porque Souseiseki tem a tesoura que corta quase tudo e a Suiseiseki o regador que faz brotar plantas e até curar problemas da alma indo para o mundo dos sonhos. Também uma é mais emotiva (Suiseiseki) e a outra mais dura e certinha (Souseiseki).

Além das irmãs, tem outros personagens que possuem este "problema" nos olhos, indo desde ambientação em mundo mais antigo e místico a ambientações mais modernas e futuristas. Asuna de Negima (embora tenha uma versão do anime que ela não possua heterocromia), Allelujah de Gundam 00, Shiki de Samurai Shodown (Samurai Spirits) e Vincent de Pandora Hearts. Existem ainda outros personagens que possuem este detalhe, em outros animes como Nanoha e Conde de Monte Cristo, em jogos como Touhou e Shikkoku no Sharnoth, e por aí vai, mesmo sendo raro nos humanos. O mais engraçado que geralmente os personagens são carismáticos. Claro que não é só pelos olhos, mas quase todos que tem esse detalhe acabam sendo atrentes de alguma forma.

Pode ser que seja por mostrar uma alma com duas facetas que isso chama a atenção, já que os olhos seriam a janela da alma. Também deve ser por tal alteração ser rara em humanos e que todos se sentem atraídos por aquilo que é raro de certa forma.

Sorte do dia by orkut: Trate os defeitos dos outros com a mesma consideração que lida com os seus

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Antropomorfismo

Antropomorfismo é algo que existe a séculos na vida do ser humano, por assim dizer. A cultura mística, lendas e mitologias estão impregnadas disso e hoje em dia, com o adendo da modernidade, parece que na verdade ele está é mais espalhado do que nunca, vencendo barreiras da literatura e religião como antes era.

Mas você deve estar se perguntando que raios de palavra é esta, certo? Bem, trata-se de uma palavra que designa a representação em forma humana de deuses, elementos da natureza, animais e até sentimentos, ou seja, coisas que não seriam humanas. Podem ser uma representação total ou parcial das características humanas nesses seres inumanos incialmente.

Digo que é algo antigo porque desde os egípcios haviam deuses ou seres que eram representados com feições humanas. O mesmo em mitologias gregas, romanas, nórdicas e outras. Sempre havia ou um deus tomando formas humanas ou um sentimento aparecendo em forma humana ou ainda animais que ganhavam características humanas. Uma hora ou outra haviam animais falando, por exemplo. Isso já é o suficiente para haver um antropomorfismo.

Nas fábulas infantis também existem vários antropomorfismos, como em Alice no País das Maravilhas, O Pequeno Príncipe, Chapeuzinho Vermelho e assim vai. Animais andando em duas patas e com roupas humanas, como o coelho atrasado de Alice, ou ainda falando ou agindo como humanos, como a raposa de O Pequeno Príncipe ou o lobo de Chapeuzinho Vermelho. Como herdeira direta dessas fábulas, a Disney, que começou seus filmes com estes clássicos, segue a idéia de antropomorfismo direto em vários de seus filmes.

Mas além dos filmes da Disney e outros similares, geralmente destinados ao público infantil, existem muitos outros antropomorfismos. Um dos mais populares são as OStans, que nada mais são do que personificação de sistemas operacionais. Particularmente acho que a mais famosa é a OStan do Windows 2000, conhecida como Win2k. Ela é com óculos e um ar de intelectual. Existem outras, cada uma para um sistema operacional, contando com cada variação que o sistema ofereça.

Além das OStans existem várias outras formas de personificações, como as mecha musumes, que são garotas que personificam veículos, aviões, navios ou mesmo gundams. As maiores representantes dessa forma de antropomorfismo são as Strike Witches, anime onde garotas representam aviões famosos da Segunda Guerra e recebem nomes inspirados nos seus maiores pilotos.

Personificação de softwares, como firefox e thunderbird, e de países, como já citado neste blog com o anime Hetalia, já são até normais e assim vão seguindo em tudo que é querido ou tem fãs, passam a ser personificados.

Mas o mais interessante no antropomorfismo moderno foi que a Yamaha, como estratégia de venda de seu software de voz sintetizada conhecido como Vocaloid, quando lançou o Vocaloid2 já o lançou com a sua personificação: Hatsune Miku. Uma personagem que por definição é simpática já na primeira vista. Provavelmente houve pesquisa de gosto para saber a melhor imagem que poderia atribuir a personificação de seu produto, que por sua vez ajudariam a vendê-lo, já que se tratava de um software de voz, logo nada melhor do que a personificação dele como uam garota agradável cantando com esta voz. Não sei se Vocaloids anteriores já foram concebidos com a aparência, mas Miku foi e é a mais popular dentre as versões de Vocaloids e pode ser exemplificada como a maior referência do antropomorfismo atual.

E finalizo esta postagem perguntando por que será que o ser humano tanto imagina seres parecidos com ele? Será que é para não se sentir só na imensidão deste mundo? Um desejo de ter algo idealizado mais próximo de si? Atração pelo exótico ou diferente?

Sorte do dia by orkut: Nossa força cresce de nossa fraqueza

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Troca de gênero

Não, embora eu vá falar sobre troca de sexo, não se trata de nada sobre operação transsexual. Apenas de algo que existe a muito tempo em animes, desde Ranma 1/2, onde Ranma devido a uma maldição ele ao ser molhado com água fria, o rapaz se transformava em uma bela garota, que só poderia reverter o processo precisava ser molhado com água quente.

O mesmo também já foi abordado, mas com um conteúdo mais "adulto", no caso um hentai mesmo, baseado em um jogo de mesmo nome, chamado X-Change. Nele o personagem virava uma garota só que ele aproveita o corpo novo para saber como as mulheres se sentem durante o sexo, além de continuar a pensar como homem, gerando relações yuris.

Mas baseado nessa idéia, muitos artistas se propõem a personagens que originalmente eram masculinos (ou femininos) e fazer suas versões de sexo trocado. Alguns gostam, especialmente quando são animes ou jogos onde a maioria é homem, como Dynasty Warriors. Mas ainda assim tem uns que repudiam, argumentando que é "coisa de viado" gostar de um personagem de sexo trocado. Daí vem a questão: o que define uma personagem?

Segundo um artigo na Wikipédia sobre a personagem (a palavra embora seja coloquialmente usada como masculino ou feminino ou ainda somente masculino, é uma palavra feminina), que me pareceu razoável, descreve que "A personagem é um elemento vivo de uma obra narrativa. Comumente é uma pessoa (Dom Quixote), mas pode ser um animal (A revolução dos bichos), uma boneca de pano (Sítio do pica-pau amarelo) e o que mais a imaginação do artista inventar."

Sendo assim, um personagem masculino pode ser muito bem representado com sua versão feminina sem perder sua escência original. Isso é o que mais importa ao fazer uma versão de sexo trocado de um personagem. E é essa a parte mais legal de visualizar também, pois é divertido você ver uma versão feminina de um lutador de um jogo de porrada mas com as características marcantes preservadas.

Baseado em preservar as características originais que hoje existem algumas versões de personagens masculinos nas formas femininas, preservando as características básicas. Se você for a um site de imagens tipo e-shuushuu (sem imagens ecchis) ou no danbooru (com imagens ecchis e hentais) e procurar por Luluko ou Kyonko, encontrarão vários artistas fazendo versões femininas de Lelouch de Code Geass e Kyon de Suzumiya Haruhi, respectivamente.

Existem versões versões masculinas de personagens femininas, como a Saber de Fate/Stay Night, mas não são tão populares assim. A Saber, em especial, tendem a fazê-la lembrando demais o Gilgamesh do mesmo anime, daí não é a mesma coisa. Perde-se nesse caso a essência da personagem quando ela pode ser confundida com outro quando troca-se o sexo dele.

Alguns artistas adoram fazer isso, com Nekkeau e Humio, embora não fiquem só nisso. O mesmo acontece para Yuyn, quem ilustra esta postagem com versões femininas dos guerreiros do jogo Dynasty Warriors. Achei que manteve bem a ideia original. Ou seja, isso faz parte da arte ter versões de sexo oposto ao original e ainda assim poder reconhecer os personagens.

Sorte do dia by orkut: Compartilhe sua felicidade com os outros hoje mesmo

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Valkyria Chronicles Artbook

Eu estou adorando o anime Valkyria Chronicles (Senjou no Valkyria), anime recente e que é um dos poucos (juntamente com K-On e Pandora Hearts) que estou aguardando ansioso pelos episódios. Os demais que queria acompanhar eu não consigo ou pelos fansubbers atrasarem demais em lançar ou por não ter muita empolgação mesmo, como percebi com FMA 2.

A história de Valkyria, pelo que li e muito é spoiler, então não irei contar muito, é muito interessante e tem me chamado a atenção a ponto de bolar um RPG baseado usando BESM d20 com regras alteradas.

Daí venho a tempo buscando imagens do anime e do jogo que inspirou o anime, quando ontem me deparei com o artbook do jogo. Simplesmente achei lindo!

Desde o acabamento com capa dura (pelo menos pelas imagens parece ser capa dura, já que não vi dados oficiais) e folhas com tratamento envelhecido, como os livros antigos de D&D 3.5 eram.

Além disso, tem dados sobre o mundo do jogo que auxiliam muito no entedimento do mesmo, como mapas, tecnologia e informações sociais, além das tradicionais páginas dos personagens principais do jogo. Tudo isso me levou a ter esse artbook como meu próximo sonho de consumo.

Andei lendo que tinha um guia do jogo limitado que era distribuído com algumas tiragens do jogo, mas creio que esse seja a parte, já que de sistema de jogo mesmo, como os guias sempre tem que ter, não existe. Isso facilita a compra até, já que é um artbook mesmo, embora ainda seja com edição limitada...

Agora é saber onde e como comprar. Vi apenas no ebay para comprar e como não confio nesse site, deixo para lá, mas o preço era menos de 20 doláres americanos, valor bem acesível *-*

Quem quiser baixar o artbook, pode pegar aqui: Valkyria Chronicles Artbook. A qualidade está muito boa e com certeza, mesmo tendo os scans eu irei comprar (se puder claro) esse artbook o.óv

Sorte do dia by orkut: Agora é a hora de tentar algo novo

quarta-feira, 4 de março de 2009

Vale a pena rever

Tem algumas obras que valem a pena você rever ou reler por serem tão boas, tão gostosas e/ou você adorar simplesmente elas.

Alguns filmes como Ray Man, que citei outro dia aqui no blog, Herói, A Liga Extraordinária, O Último Samurai e outras obras não tão antigas mas que despertam desejo de ver. Outros como O Poderoso Chefão, Spartacus, Tão Longe, Tão Perto e mais outros bem antigos, também dão vontade de reassistir uma vez ou outra.

Leitura também, pois é incrível ver como A Divina Comédia é importante até hoje, assim como reler contos de Edgar Allan Poe sempre me agradam. Fora outras obras literárias, como O Morro dos Ventos Uivantes, livro que adoro, ajudam a passar o tempo também.

Também existem as séries que mesmo reprisadas várias e várias vezes na televisão, você ainda para para assitir, desde Friends e até Chapolin hahahahahha...

De mesmo modo tem animes antigos que são ótimos (pelo menos para mim) que sempre dão vontade de rever, uma vez ou outra.

Animes como El-Hazard, que já falei que sou fã, Record of Lodoss War, Giant Robo, Elfen Lied entre outros mais "antigos" ocupam lugar juntamente com mais outros dois animes que me conquistaram: Eureka Seven e Spice & Wolf.

Eureka Seven é um dos animes mais perfeitos que já vi, com de tudo um pouco sem enjoar e com todos, simplesmente todos os personagens se desenvolvendo ao longo da história, até os mais extras. Com destaque a minha amada Anemone *¬*

Já Spice & Wolf me conquistou pelas belas imagens, cenários, história simples mas muito bem amarrada e personagens super carismáticos, principalmente Lawrence e a minha adorada Horo *¬*

Tudo isso foi motivado por eu ter ontem feito meu perfil no My Anime List e relembrando os animes e mangas que já assistir e li me bateu uma nostalgia momentânea. Claro que coincidiu com o fato de estar baixando a versão Blu-ray de Spice & Wolf. É ótimo rever esse anime, definitivamente. Espero que a continuação mantenha o nível, já que não curti muito a sutil mudança no traço devido a mudança do desenhista, mas enfim, negócio é esperar mesmo.

E vocês, tem algum livro, filme, anime, mangá, série ou outra obra artística que não se cansam de ver e rever?

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